domingo, 8 de março de 2009

VOLVEEEEER-me...


Estava naquele clima de não tenho o que fazer neste domingo, prestes a entregar-me a filme qualquer, pensando e repensando bobagens, quando por um leve toque de intuição, visito o site de filmes a baixar e encontro à minha disposição o filme que tanto queria e não conseguia em nenhum “baixador” de vídeos: Volver, de Pedro Almodóvar.
Fiquei tão feliz e emocionada que enquanto ele baixava(em 1h já estava com ele aqui!!!!!!!!!!!!!) fui assistir o Hable com ella(fale com ela), do mesmo “dono”.
Foi um presente do dia das mulheres. Só pode ter sido. Claro que foi. Yo sé, oras persupuesto.
Ah. Se é Almodóvar, ta beleza (eu to dizendo isso?).
Datas e datas. Blá. Viva a mim. E algumas dElas.

sábado, 7 de março de 2009


A droga do comprimido noturno inventou de cair debaixo da cômoda pesada.
E lá vai a Menina arrastar a peça para conseguir pegar o tal, após inúteis esforços de puxar com os dedos. Que por sinal, retornaram deveras sujos de poeira acumulada...
Tal ato gerou tanta irritação na menina, que ao olhar para um mural de fotografias, olhos em busca de consolo caem em consolo que também precisa de seu próprio consolo.
E põe-se a rabiscar em uma caderneta velha, a caricatura troncha e redonda da realidade.
A pensar e a pensar, repensando, nem querendo saber o que está por vir...

a x³ + b x² + c x + d = 0


A dias atrás li o comentário de uma amiga que dizia nunca mais assistir novamente a um filme com abordagem em nazismo. Fiz a mesma promessa, no mesmo dia, coincidentemente, após assistir ao filme "O leitor". Eu não nego, sou muito exigente em padrões unicamente particulares em "julgamentos" de filmes, mas a abordagem do filme(que geralmente dá a sua definição de gênero)é o fator crucial para arrancar um sorriso positivo de "vou assistir a esse" ou um levantar de sobrancelhas de "nem morta!" negativo.

Detestei ao filme "O leitor". E desatei em risos ao olhar para o lado e ver meu amigo com lágrimas escorrendo pela face, me questionando como pudera se emocionar com "aquilo". Tudo bem que esse mesmo amigo só pela atriz do filme(não gravo nomes, sei que é a mesma que abre os braços em "titanic") já chora por achar lindo.

Sou a favor de Pedro ALmodóvar no ponto de usar em seus filmes, atores desconhecidos do povão. Filme bom, pra mim, é a história e a boa interpretação de seus personagens, não é a fama deles.

Voltando ao início do texto, o nazismo sem dúvida alguma é uma mancha negra na história mundial e que ainda tive convivência com relatos e onsequências "recentes" por compartilhar do mesmo centenário de sua ocorrência. Quem fez o mal, aqui paga. Nem que em outras vidas venha a resolver seus casos. Mas a temática altamente penosa do tema é certeza de comoção, em maioria das vezes tratada intenciosamente como culpa do mundo, culpa minha e eu quem devo retratar-me perante a isso.

"O menino do pijama listrado"-the boy in the striped pajamas- conseguiu manter minha atenção e a querer me arrancar lágrimas.
Baixei o filme a semanas atrás e enrolava horrores para assistí-lo, até que hoje, resolvi sentar e resolver o assunto e creio que em vão não me foi, posto que até a um texto me fez escrever.

Recomendo. Aos "normais", abram os olhos e intelecto. Não é um filme 2+2=4. É um "a x³ + b x² + c x + d = 0".

Tem piores. Mas no fundo, no fundo, a temática desse filme, não é o nazismo...

sexta-feira, 6 de março de 2009

Madrinhar


Quando era pequena, como toda menininha cor-de-rosa-filhinha-de-vovô, não via a hora de minha Fada Madrinha aparecer para realizar meus desejos. E isso, claro, era toda coleção da Barbie da estrela, uma caixa de lápis de cor aquarelável da faber Castell de 48 cores, um caderno de desenho do tamanho de cartolina e um quarto cor-de-rosa com móveis brancos. Ahn, bicicleta eu já tinha, então queria mesmo era uma motocicletinha. Voltar do colégio sob o sol do meio dia, me doía muito.
Que interesses... dignos de uma mini interiorana de 10 anos de poucos amigos. Mas a minha fadinha não aparecia nunca. Bem, mesmo assim, meu Avô-Padrinho me deu quase toda a coleção da Barbie, a caixa de lápis de cor com 36 cores e vários livretos de pintar.
Ah! O meu quarto também ficou rosa(não bem o rosa que eu queria) e com uma cama de ferro roxa e guarda roupa combinante. Poxa. Eu tinha tudo pra ser feliz! Ainda ganhei uma bicicleta rosa brisa, cheia de florzinhas adesivadas e com cestinha branca!
Mas nada da Fada Madrinha. Acho que era isso. Eu podia ter (quase)tudo que queria. Mas companhia...
Hoje sou Madrinha. Sempre que posso, presenteio a minha afilhada com ítens em acordo com sua idadezinha. E revitalizo sempre com ela o meu brincar de panelinhas com areia, água e pedrinhas na varanda, colocando a boneca de pano Sofia para dormir e enchendo ela de beijos e abraços.
Pois é. Posso não ser Fada. Mas sou Madrinha.

quarta-feira, 4 de março de 2009

Abrindo a roda...


Mostro-me. Rapidamente. 
Mas estou aqui, mesmo que em caricatura e por veeeezes desejo de assim estar. 
Tô abrindo isso que nem sei até quando irei. 
E quem sabe de futuro mesmo?

(Até que eu sei um pouco... mas só às vezes e em casos especiais...)


Saluba Nanã.