
A droga do comprimido noturno inventou de cair debaixo da cômoda pesada.
E lá vai a Menina arrastar a peça para conseguir pegar o tal, após inúteis esforços de puxar com os dedos. Que por sinal, retornaram deveras sujos de poeira acumulada...
Tal ato gerou tanta irritação na menina, que ao olhar para um mural de fotografias, olhos em busca de consolo caem em consolo que também precisa de seu próprio consolo.
E põe-se a rabiscar em uma caderneta velha, a caricatura troncha e redonda da realidade.
A pensar e a pensar, repensando, nem querendo saber o que está por vir...
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